SEGUNDA GERAÇÃO DE MILHO TRANSGÊNICO CHEGA DO BRASIL
Quatro anos depois de ser lançada nos EUA, a segunda geração de milho transgênico finalmente chega ao Brasil. Em Ribeirão Preto (SP), a Monsanto apresentou a nova tecnologia, que combina duas proteínas e promete resistência aos três tipos mais comuns de lagartas que atacam as lavouras de milho - do cartucho, da espiga e a broca-do-colmo. A tecnologia foi liberada para pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para cultivo comercial em outubro de 2009. A multinacional vai disponibilizar a nova variedade já para a safra de verão e a expectativa é de que 10% da área plantada seja cultivada com a tecnologia. Incluindo todas as variedades geneticamente modificadas - de primeira e de segunda geração - a estimativa é de uma participação de 65% de toda a área plantada no país. "A segunda geração de milho permitirá um controle maior e mais eficiente. Ela permitirá uma redução ainda maior de custos em comparação à primeira e também ganhos adicionais de produtividade", afirma André Franco, diretor de marketing da Monsanto. Pelos testes realizados, o índice de aplicação de inseticidas contra as lagartas tende a zero para a nova tecnologia. Na primeira geração, 80% dos produtores declararam não ter feito nenhuma aplicação, enquanto os 20% restantes fizeram apenas uma. Para as variedades convencionais, as aplicações para lagartas variavam de duas a oito. No quesito produtividade as estatísticas indicam um ganho de 6% a 10% para as variedades geneticamente modificadas de primeira geração em comparação aos híbridos convencionais. "Para a nova tecnologia os levantamentos preliminares mostram ganhos entre 3% e 7% sobre as variedades de primeira geração", afirma Franco. No que se refere à estratégia de mercado, a Monsanto utilizará, em um primeiro momento, apenas as suas marcas para comercializar a tecnologia. A marca Dekalb irá liderar essa distribuição por ter a maior quantidade de híbridos disponíveis, mas as marcas Sementes Agroceres e Agroeste também terão híbridos disponíveis com a combinação das duas proteínas.
Fonte: Boletim OCESC / SESCOOP - Nº 1.768 - 23/07/2010
 
BRASIL SE TORNA SEGUNDO MAIOR PRODUTOR DE TRANSGÊNICOS DO MUNDO
A área plantada com sementes transgênicas no Brasil apresentou em 2009 o maior crescimento entre os países que cultivam esse tipo de produto. Os dados foram divulgados nesta terça, dia 23, pela instituição que acompanha a utilização de transgênicos no mundo. De acordo com o Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA), o resultado foi influenciado principalmente pelo crescimento do milho. Em 2009, o Brasil plantou cinco milhões de hectares do grão, um crescimento de aproximadamente 400% na comparação com 2008. Já a soja, que domina o cultivo de transgênicos no Brasil, cresceu bem menos, mas ainda assim registrou recorde. A alta chegou a 70,9%. Em todo o país, a área plantada com sementes transgênicas cresceu 35% para 21,4 milhões de hectares em 2009. Em 2008, foram cultivados 15,8 milhões de hectares. Com o resultado, o país ultrapassa a Argentina e se torna o segundo maior produtor de transgênicos do mundo, perdendo somente para os Estados Unidos. Em 2009, os argentinos cultivaram 21,3 milhões de hectares. Já os americanos plantaram 64 milhões de hectares com sementes transgênicas. Segundo dados do ISAAA, foram cultivados em todo o mundo 134 milhões de hectares, um crescimento de 7,2%. O número de agricultores que adotou a tecnologia também aumentou, passando de 13,3 milhões em 2008 para 14 milhões em 2009.
Fonte: Canal Rural - 11/03/2010
 
AGRICULTURA E FAZENDA NÃO CHEGAM A ACORDO QUANTO A PREÇOS MÍNIMOS
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que o governo não pode baixar o preço mínimo do milho, como defende o Ministério da Fazenda. Segundo ele, reduzir o valor, definido em junho do ano passado no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010, seria “cometer uma irresponsabilidade”. - É preferível termos excedente, que é pouco, já que os estoques não dão para 90 dias, do que diminuir a produção e os preços irem lá pra cima, com reflexo também no preço do frango – afirmou. A produção de milho está acima do previsto, causando grande queda nos preços. Em Mato Grosso, o maior produtor nacional, onde os produtores enfrentam a pior situação, o produto é comercializado a menos de R$ 9, enquanto o preço mínimo estipulado para a região é de R$ 13,98. Para o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, a manutenção do preço mínimo no patamar atual incentiva a produção num cenário de grande oferta. Segundo ele, além do milho, outros produtos como o feijão e o trigo também deveriam ter seus preços de referência revistos. Stephanes concorda com a revisão do valor apenas no caso do feijão. – Para o feijão, eu diria que o estímulo foi grande demais – afirmou. Outra questão em que os dois ministérios não chegam a um acordo é o apoio à comercialização de grãos. Enquanto o Ministério da Fazenda exige maior detalhamento em relação às modalidades de incentivo a serem utilizadas, o Ministério da Agricultura pede maior agilidade na liberação dos recursos. Para a Fazenda, em alguns casos, o mecanismo utilizado poderia ser mais eficiente. O Ministério da Agricultura reclama que a demora acaba fazendo com que o dinheiro chegue ao produtor tarde demais. As duas pastas vêm divergindo sobre a posição brasileira quanto à produção do cereal que é consumido diariamente por quase todos os brasileiros: o trigo. Matéria-prima do pãozinho, o trigo é alvo de visões diferentes dentro do governo. O ministro Stephanes disse esta semana que até o fim deste mês técnicos dos dois ministérios deverão chegar a um consenso sobre o que é melhor para o país em relação à produção de trigo: incentivar a produção e tentar diminuir a dependência internacional ou abandonar a idéia e importar o produto a um preço inferior ao praticado internamente. Enquanto a Agricultura considera o trigo um produto estratégico, segundo Stephanes, a Fazenda acredita que comprando a um preço menor no mercado internacional pode-se baixar o preço do pãozinho e, consequentemente, pressionar a inflação para baixo. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o país deve produzir nesta safra 5 milhões dos 10,6 milhões de toneladas do cereal consumidos pela população brasileira.
Fonte: Agência Brasil - 12/03/2010
 
Governador sanciona novo código ambiental com 3.000 produtores rurais
Cerca de 3.000 líderes, produtores e empresários rurais acompanharão o ato de sanção, pelo governador Luiz Henrique da Silveira, da lei que institui o primeiro Código Ambiental de Santa Catarina, nesta segunda-feira, 13, às 11 horas da manhã, no CTG Galpão Crioulo, em Campos Novos, no meio oeste catarinense. A solenidade será acompanhada por parlamentares estaduais e federais e autoridades do agronegócio de todo o país, inclusive a presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu. A aprovação do código pela Assembléia Legislativa no último dia 31 e a sanção da lei sem vetos, nesta segunda-feira, são consideradas medidas de salvação do setor primário da economia: “Era uma questão de vida ou morte para a agricultura e toda a vasta cadeia do agronegócio em Santa Catarina”, avaliam os presidentes da Faesc, Fetaesc, Fiesc e Ocesc. A Organização das Cooperativas do Estado de SC (Ocesc), a Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), a Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro), a Federação dos Trabalhadores (Fetaesc) e outras instituições promoveram uma ampla articulação popular e interinstitucional para a aprovação do Código Ambiental. Foram promovidas dezenas de reuniões e audiências públicas para discutir a matéria nos últimos oito meses. O presidente da Organização das Cooperativas de SC (Ocesc), Marcos Zordan, sustenta que “o novo código ambiental evitará a paralisação da agricultura catarinense”. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc), José Zeferino Pedro, enfatiza que as normas ambientais federais são excessivas, incoerentes e irreais e estavam inviabilizando a agricultura, a pecuária e o agronegócio no país. “A pura e simples aplicação da atual legislação ambiental federal colocará na ilegalidade 40% dos produtores de suínos e aves, e 60% dos produtores de leite de Santa Catarina”. Os dirigentes mostram que a atual legislação ambiental unificada para todo o país cria transtornos em razão dos contrastes acentuados que existem nas macrorregiões brasileiras. Exemplifica que as exigências de reserva legal em 20% da área territorial da propriedade e a manutenção da mata ciliar podem ser adequadas para grandes propriedades do centro-oeste, mas inviabilizam as pequenas propriedades rurais de Santa Catarina. Zordan lembra que, para assegurar clareza e viabilidade ao primeiro Código Ambiental catarinense, as entidades contribuíram com estudos e sugestões apresentadas em conjunto. O primeiro Código Ambiental catarinense tornou-se possível graças a uma inovação institucional de grande relevância: o respeito ao princípio do pacto federativo de forma que cada Estado da federação tem autonomia para legislar sobre matéria ambiental de acordo com as características de seus recursos naturais.
Fonte: BOLETIM FAESC - MB Comunicações - 13/04/2009
 
Governador sanciona novo código ambiental com 3.000 produtores rurais
Cerca de 3.000 líderes, produtores e empresários rurais acompanharão o ato de sanção, pelo governador Luiz Henrique da Silveira, da lei que institui o primeiro Código Ambiental de Santa Catarina, nesta segunda-feira, 13, às 11 horas da manhã, no CTG Galpão Crioulo, em Campos Novos, no meio oeste catarinense. A solenidade será acompanhada por parlamentares estaduais e federais e autoridades do agronegócio de todo o país, inclusive a presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu. A aprovação do código pela Assembléia Legislativa no último dia 31 e a sanção da lei sem vetos, nesta segunda-feira, são consideradas medidas de salvação do setor primário da economia: “Era uma questão de vida ou morte para a agricultura e toda a vasta cadeia do agronegócio em Santa Catarina”, avaliam os presidentes da Faesc, Fetaesc, Fiesc e Ocesc. A Organização das Cooperativas do Estado de SC (Ocesc), a Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), a Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro), a Federação dos Trabalhadores (Fetaesc) e outras instituições promoveram uma ampla articulação popular e interinstitucional para a aprovação do Código Ambiental. Foram promovidas dezenas de reuniões e audiências públicas para discutir a matéria nos últimos oito meses. O presidente da Organização das Cooperativas de SC (Ocesc), Marcos Zordan, sustenta que “o novo código ambiental evitará a paralisação da agricultura catarinense”. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc), José Zeferino Pedro, enfatiza que as normas ambientais federais são excessivas, incoerentes e irreais e estavam inviabilizando a agricultura, a pecuária e o agronegócio no país. “A pura e simples aplicação da atual legislação ambiental federal colocará na ilegalidade 40% dos produtores de suínos e aves, e 60% dos produtores de leite de Santa Catarina”. Os dirigentes mostram que a atual legislação ambiental unificada para todo o país cria transtornos em razão dos contrastes acentuados que existem nas macrorregiões brasileiras. Exemplifica que as exigências de reserva legal em 20% da área territorial da propriedade e a manutenção da mata ciliar podem ser adequadas para grandes propriedades do centro-oeste, mas inviabilizam as pequenas propriedades rurais de Santa Catarina. Zordan lembra que, para assegurar clareza e viabilidade ao primeiro Código Ambiental catarinense, as entidades contribuíram com estudos e sugestões apresentadas em conjunto. O primeiro Código Ambiental catarinense tornou-se possível graças a uma inovação institucional de grande relevância: o respeito ao princípio do pacto federativo de forma que cada Estado da federação tem autonomia para legislar sobre matéria ambiental de acordo com as características de seus recursos naturais.
Fonte: BOLETIM FAESC - MB Comunicações - 13/04/2009
 
Preços do feijão carioca e preto sob pressão de baixa
No mercado de feijão carioca, os preços estão se nivelando por baixo em todas as regiões produtoras. Os empacotadores não têm pressa para comprar. A referência oscila entre R$ 60,00 e R$ 70,00 por saca de 60 Kg em Minas Gerais, Goiás e Paraná. Com pouca venda nos supermercados a pressão sobre os vendedores não existe. Esta situação é muito incômoda, pois o faturamento das empresas caiu o que cria risco de inadimplência no mercado. Diversas empresas de médio porte estavam alavancadas no crédito bancário. Os bancos continuam com o crédito extremamente restrito e o mercado alimentício em geral está perdendo a irrigação via crédito. No mercado de feijão preto, os preços estão em tendência de baixa. O produto já pode ser comprado, em pequenas quantidades, pelos cerealistas da região produtora, por R$ 80,00 por saca de 60 Kg. Os vendedores pedem R$ 90,00 por saca de 60 Kg FOB, com negócios acontecendo lentamente. Para o comprador, o riso atual é comprar e o preço continuar baixando. Na Bolsinha Paulista, o feijão carioca extra nota 10 está cotado a R$ 100,00 contra R$ 100,00 na semana passada e R$ 120,00 há um mês atrás; o carioca extra nota 9 está cotado a R$ 90,00 contra R$ 90,00 na semana passada e R$ 100,00 há um mês atrás e o carioca extra nota 8 está cotado a R$ 80,00 contra R$ 80,00 na semana passada e R$ 90,00 há um mês atrás. O feijão preto extra está cotado a R$ 120,00 contra R$ 120,00 na semana passada e R$ 150,00 há um mês atrás.
Fonte: Correpar e Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica. - 06/03/209
 
Governo quer estimular plantio trigo no Brasil
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou que o governo deve anunciar em até 10 dias o novo Preço Mínimo do trigo. A intenção do governo é estimular o plantio na próxima safra 2009/2010, como forma de garantir parte do abastecimento interno. Neste ciclo 2008/2009, a Argentina, tradicional fornecedor de trigo para o Brasil, teve quebra de 49%, o que reduz o volume disponível para venda ao Brasil. O ministro não quis adiantar o valor do Preço Mínimo, mas sinalizou que ele não deve ficar nos níveis sugeridos pela iniciativa privada. O atual Preço Mínimo é de R$ 480 a tonelada (valor fixado para o trigo tipo 1, para panificação, produzido na Região Sul). O setor produtivo pede correção para R$ 600 a tonelada. O governo fará uma nova rodada de reajuste de Preços Mínimos para alguns produtos. A elevação deve constar no plano de safra 2009/2010, que está sendo traçado pelo governo. O primeiro produto que terá seu Preço Mínimo reajustado é o do trigo.
Fonte: Ministério da Agricultura. Adaptado e revisado pela Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica. - 05/03/2009
 
Pressão baixista prossegue sobre preços internos do milho
O mercado de lotes de milho segue com preços sofrendo pressão baixista e com pouco volume de negócios. Os preços internos do milho seguem em queda, diante do avanço da colheita da safra verão, que requer espaço nos armazéns, da intenção de venda por parte de alguns produtores do Sul e de São Paulo, e ainda da menor demanda, especialmente pelo grão do Centro-Oeste. Em fevereiro, a queda foi de 9,5%. As cotações internacionais do cereal ressentem-se da crise financeira. Internamente, o mercado enfrenta adicional pressão sazonal, já que teoricamente a disponibilidade do cereal tende a crescer por causa da colheita da 1ª safra 2008/2009. No Rio Grande do Sul, continuam ocorrendo chuvas esparsas, mas suficientes para manter o desenvolvimento das lavouras. No Paraná, a situação é mais confortável, com chuvas mais freqüentes, sem prejuízos à colheita. No Paraná, a oferta do comprador é de R$ 17,50 por saca de 60 Kg no oeste. O vendedor, no entanto, pede entre R$ 18,00 e R$ 19,00 por saca de 60 Kg. No Porto de Paranaguá, o comprador oferece R$ 20,00 por saca de 60 Kg, mas o vendedor quer R$ 21,50 por saca de 60 Kg.
Fonte: Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica - 05/03/2009
 
Comercialização: Conab confirma recursos para o feijão em março
Para evitar que os preços agrícolas recuem durante o período de comercialização, o governo vai aplicar R$ 216 milhões em março na compra de arroz, trigo, feijão e sisal, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desse total, R$ 78 milhões irão para o programa de Aquisições do Governo Federal (AGF) e R$ 138 milhões serão aplicados em Contratos de Opção. A liberação foi aprovada nesta semana, após reunião entre representantes da Conab, Banco do Brasil e ministérios da Agricultura e da Fazenda. Em nota, a Conab informou que a maior parte será utilizada em aquisições no Rio Grande do Sul (12,5 mil toneladas de trigo, 30 mil toneladas de arroz e 2,3 mil toneladas de feijão); no Paraná (20 mil toneladas de feijão); e em Santa Catarina (12,6 mil toneladas de feijão). A outra parcela vai para compra de sisal na Bahia (700 toneladas) e na Paraíba (1,5 mil tonelada). Também serão aplicados recursos para compra de 58,3 mil toneladas de milho do Mato Grosso e de 233,9 mil toneladas de trigo nos Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. A operação refere-se a contratos assinados no ano passado e que vencem em março. Por este sistema, o governo garante ao produtor a compra de seu produto, por um preço fixado no contrato. Esta é uma alternativa contra os riscos de queda nos preços praticados durante a safra. Ao final do período contratado, o produtor pode optar por vender o grão ao governo ou buscar melhor preço no mercado.
Fonte: Conab. Adaptado e revisado pela Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica. - 05/03/2009
 
Preços Mínimos serão reajustados na safra 2009/2010
Pelo segundo ano consecutivo, o governo vai reajustar os Preços Mínimos de garantia para cobrir a elevação dos custos de produção. Em média, os preços serão reajustados entre 15% e 20%, segundo o governo federal. Apesar da queda na demanda por petróleo, um dos componentes da indústria de fertilizantes, os preços dos insumos continuaram elevados nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. O reajuste é uma das medidas do Plano Agrícola e Pecuário 2009/2010, que será anunciado pelo governo até o final de junho. Com o plano, o governo define o montante que será liberado para os agricultores, a taxa de juros dos empréstimos e os preços mínimos, entre outras diretrizes para a agricultura. No ano passado, por exemplo, no plano, o governo estabeleceu a meta de recompor seus estoques em 6 milhões de toneladas em 2009. Os Preços Mínimos estabelecidos pelo governo a cada ano-safra valem para a agricultura familiar e empresarial. Com base nos Preços Mínimos, o governo elabora uma política de apoio à comercialização que pode incluir subsídios para escoamento de parte da produção, leilões para compra por meio de Contratos de Opção ou uma compras diretas (AGF).
Fonte: Fonte: Ministério da Agricultura. Adaptado e revisado pela Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica. - 05/03/2009
 
21/01 - COOCAM: Crescimento marca os 15 anos de história da Cooperativa.
21/01 – COOCAM – 15 anos “Semeando Confiança”. Graças ao trabalho serio e continuo da diretoria e ao apoio e participação dos associados e colaboradores, a solidificação e o crescimento da COOCAM que começou a se concretizar já no seu primeiro ano de fundação, janeiro de 1993. AS instalações proprias foram inauguradas em 1994 e desde então a historia da COOCAM foi construida pela coragem e empreendedorismo de cooperativas que um dia ousaram sonhar. 21/01 - COOCAM: Crescimento marca os 15 anos de história da Cooperativa. Desde a Assembleia de fundação, em 1993, a historia da Cooperativa Agropecuária Camponovense é marcada pela implementação de varios projetos e muitos investimentos. O objetivo que era fazer da COOCAM uma das maiores cooperativas do municipio foi muito além vistoque hoje a cooperativa está entre as maiores e mais sólidas do país e é reconhecida pelo Sistema Cooperativista Brasileiro. O número de mepregos diretos saltou de 20 para mais de 200 e ainda há que somar os empregos que são cridos através dos empreendimentos impulsionados pela COOCAM, como a Avícola Cascata, que conta hoje com 120 funcionários. A Avícola Cascata é um empreendimento criado através da diretoria e associados da COOCAM em parceria com a empresa Perdigão, que entrou em funcionamento no ano de 2002 e atualmente tem uma produção de 150 mil ovos incubáveis ao dia. Com grande investimento a COOCAM aumentou muito a capacidade de armazenagem e recebimento de cereais. No ano 2007, a cooperativa recebeu 135 mil toneladas e a previsão para a safra de 2008 e o recebimento de 150 mil toneladas. A meta traçada desde sua fundação, era a de investir na industrialização da produção, foi concretizada. A partir de março do ano de 2007, entrou em operação a Fábrica de Rações da COOCAM, projeto viabilizado em parceria com a empresa Perdigão. A Fábrica de Rações da COOCAM está entre as mais modernas da América Latina, com capacidade de industrialização de 1200 toneladas/dia. Com inicio das atividades da Fábrica Rações COOCAM, além dos empregos diretos, gerou dezenas de empregos indiretos em diversos setores da economia. Para se ter uma idéia, na Fábrica entram e saem diariamente cerca de 130 caminhões. A industrialização oportunizou também a criação da COOCAM Transportes, cuja finalidade é o transporte da matéria prima e a produção efetiva da Fábrica de Rações. Hoje esta em fase de estudos o projeto para implantação de um Posto de Combustiveis. A COOCAM esta presente em diversas atividades sócias e culturais nos município onde atua. A missão estabelecida pela COOCAM está a de produzir preservando o meio ambiente, e com este fim, a cooperativa mantém o mais bem estruturado e importante projeto de Educação Ambiental, o “PROJETO ESCOLA NO CAMPO” , desenvolvido em parceria com a multinacional Syngenta. Para comemorar os resultados de cada ano de trabalho, a COOCAM realiza a Festa do Michuim, evento que nasceu junto com a cooperativa e que reúne diretores, associados, amigos, parceiros de negocios e autoridades com objetivo de confraternizar os laços de amizade. Em 2007, foram mais de 1.200 participantes. A cada final de ano, a COOCAM soma resultados positivos que além dos convidados do Michuim, compartilha com os funcionários e familiares em grande festa que em 2007 reuniu mais de 900 pessoas. “COOCAM – 15 Anos Semeando Confiança”.
Fonte: Jornal - 21/01/2008
 
Projeto Escola no Campo – Campos Novos é o município pioneiro em Santa Catarina
Através da parceira Coocam e Syngenta, Campos Novos foi o município pioneiro em Santa Catarina a implantar o Projeto Escola no Campo. O Presidente da Coocam, João Carlos Di Domenico, informa que dada à dimensão do Projeto, outros municípios da área de atuação da cooperativa reivindicam a implementação do Projeto Escola. O principal objetivo do Projeto Escola no Campo, desde a sua implantação em 1991, é ensinar as crianças que a manipulação de defensivos agrícolas não deve ser realizada por menores de dezoito anos. O Projeto Escola no Campo foi o grande vencedor do Syngenta Awards 2005 na categoria Saúde. O Syngenta Awards é um concurso anual da empresa Anglo-Suíça que reconhece iniciativas inovadoras e criativas. Dividido em cinco categorias, o prêmio teve 680 projetos inscritos no mundo inteiro. O Projeto Escola no Campo visa criar uma nova geração de agricultores, mais conscientes da necessidade da preservação ambiental, demonstrando a importância do uso da tecnologia para a produção de alimentos saudáveis. Enfatizando que, nenhum jovem com idade inferior a 18 anos, deve manusear agrotóxicos, sensibilizando os pais e a comunidade em geral sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas. O Projeto Escola no Campo conquistou também o segundo lugar como Melhor Trabalho de Ação Social no Brasil, no Prêmio Cooperativa 2004, promovido pela revista Globo Rural e pela OCB – Organizações das Cooperativas Brasileiras. Para Incentivar a participação no Projeto, a Coocam e Syngenta oferecem premiação em concursos que marcam o encerramento. Nos dois últimos anos, os estudantes que se destacaram nos concursos de frases e desenhos sobre os temas debatidos durante a execução do projeto foram agraciados com bicicletas. Além do kit aos alunos, a Coocam e a Syngenta fornecem kits especiais aos professores e diretores das escolas participantes.
Fonte: Jornal - 04/05/2006
 
COOCAM apresenta oficialmente projeto da FÁBRICA DE RAÇÃO
A obra de construção da estrutura física da Fábrica de Rações da Coocam já foi iniciada e está em ritmo acelerado. A construção envolve cinco empresas dentre as quais a camponovense Estrutural Zortéa. A conclusão da obra tem data marcada: fim do mês de outubro visto que a Coocam tem o compromisso de entregar 1.200 toneladas de ração no dia 1º de novembro de 2006. O empreendimento vai gerar 56 empregos diretos e outros 200 indiretos. Todos os contratos da obra já foram assinados e a Fábrica de Rações da Coocam terá cliente único: a empresa Perdigão. O contrato de parceria entre a Coocam e a Perdigão foi assinado em novembro de 2005. A Fábrica vai produzir ração peletizada destinada ao consumo de suínos. Será a única Fábrica do Brasil, destinada ao atendimento de um único cliente, com produção de ração totalmente peletizada. O investimento da Coocam na Fábrica de Ração será de 17 milhões de reais. A área construída será de 3.224 metros quadrados. A estrutura física contará com um prédio de 29 metros de altura, moega e estrutura para instalação de tambor de caminhão bi-trem, base para duas balanças rodoviária com 21 metros de comprimento, armazém graneleiro para 200 mil sacas e escritórios. A Fábrica está sendo construída em área anexa às instalações da Matriz da Coocam em Campos Novos. A capacidade de produção será de 1.200 toneladas de ração ao dia. O consumo de matéria prima será de 20 mil toneladas de milho/mês, 7.500 toneladas de farelo/mês, 1.500 toneladas de farinha/mês e 1.000 toneladas de Pré-mix ao mês. O empreendimento vai gerar expressivo fluxo de caminhões. Vão entrar e sair da Fábrica cerca de 120 carretas ao dia para o transporte da matéria prima e da produção. A Fábrica vai funcionar 20 horas ao dia, em três turnos, só interrompendo as atividades aos domingos. O projeto que está sendo implantado prevê a possibilidade de ampliação da produção em até 50%. Para garantir a qualidade da ração a ser produzida a Coocam está investindo na aquisição de máquinas e equipamentos importados.
Fonte: Jornal O Celeiro - 15/03/2006
 
Fábrica Racão Coocam,
O vínculo de associados da Coocam com a Perdigão, através da Avícola Cascata, foi determinante para viabilizar o primeiro projeto agroindustrial da cooperativa. É o que afirma o presidente da Coocam, João Carlos Di Domenico ressaltando que o investimento na industrialização da matéria prima foi a idéia inicial da Coocam. Entretanto, observa que o crescimento da produção de grãos em Campos Novos e região exigiu da Coocam investimentos em armazenagem e, só agora o projeto agroindustrial está sendo viabilizado. João Carlos Di Domenico ressalta que a implantação da Fábrica de Rações vai exigir novos investimentos da Coocam como um Posto de Gasolina e uma Transportadora, cujos projetos estão em fase de elaboração. O Posto de Gasolina e a Transportadora devem ser construídos em área situada em frente à Matriz da Coocam, na BR 470. O presidente da Coocam explica que o contrato firmado com a Perdigão é garantia de venda da produção da Fábrica e, que o transporte tanto da matéria prima quanto da ração que será produzida será de responsabilidade da cooperativa. Segundo João Carlos Di Domenico, a Fábrica de Rações da Coocam será modelo o que é importante para Campos Novos pois deverá receber a visita de clientes internacionais da Perdigão, à exemplo do que já ocorre com a Avícola Cascata. A Fábrica será totalmente automatizada com equipamentos fabricados na Alemanha. O principal diferencial em comparação à outras fábricas será a adoção de medidas de garantia das exigências sanitárias. O presidente da Coocam explica que o empreendimento é uma parceria entre a cooperativa e a Perdigão, que consiste na fabricação de rações para a Perdigão. A Coocam também analisa projetos de investimentos na implantação de granjas de produção de suínos. A matéria prima recebida anualmente pela Coocam não será suficiente para atender a demanda da Fábrica. A cooperativa recebe entre um milhão e meio e dois milhões de sacas de milho ao ano e o consumo será entre 4 e quatro milhões e meio de sacas ao ano, além do farelo de soja. Isso significa, explica Di Domenico, que a Coocam deverá comprar milho produzido em outras regiões.
Fonte: Jornal O Celeiro - 15/03/2006
 

 

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